Colibri

Desde criança me dei bem com a língua portuguesa. Adorava conjugar verbos, ler os poemas e músicas que vinham em minha gramática, aprender o português. Com sorte, sempre tive facilidade na matéria.

Certa vez, fui agraciada com uma medalha por ter sido a única aluna a tirar 10 redondo em uma prova de português, visto que minha professora já cumpria o ofício há quase 30 anos.

medalha
Foto por Maria Tereza Guimarães

Meu caminho pela escrita começou cedo, primeiro com as palavras cruzadas “picolé”, compradas por minha mãe, para acompanha-la nas difíceis que ela fazia; depois com as redações da escola, que viraram um compêndio; sob influência de minha avó paterna, Teresa Godoy, iniciei com a poesia aos 10 anos, em 1993; quando tinha 13 anos, escrevi um livro a pedido da professora de português – como trabalho da escola -, sob o tema “Anos 60”; com mais de 20, ousei enviar textos para a coluna “Carta aos leitores” do Jornal O Popular, durante alguns anos; por fim, abri o blog em 2004 e escrevo nele desde então.

Eis meu primeiro poema, Colibri:

 

Um ser belo que trabalha

para maravilhar o homem

que o contempla 

Ès célere, beija-flor!

Tua velocidade  em cor viva

Um encanto da vida!

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